Cheguei a duvidar sobre quem sou,
Ou quantos sou
Herói ou vilão?
Ou só mais um na civilização?
Mas hein... Eu me propus a dar proteção
Mas não agrado a todos
Certamente convenço a poucos
Atuo em vão?
Crendo que não, sigo
Com poucos amigos, quase irreconhecido
Porém, já era sabido
Não é reclamação
Me visto, equipo
Sem saber se volto vivo, parto pra ação
A farda é capa, a boina é máscara
Ostentando a bandeira da nação
Militar, civil
Quem sou eu então?
Aquele que se empenha a servi-lo
Tendo como salário, em muitas vezes, a ingratidão
Volto pra casa, convicto
Sensação de dever cumprido
Volto a ser comum, mais um
Da cidade, cidadão
Quem sou eu, senão...
Dois em um
Lutando com duas armas: de fogo e palavras
Pra defender e convencer a população
E não posso baixar a guarda
Se um for convencido,
Se um for protegido...
Cumpri minha missão
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sexta-feira, 3 de outubro de 2014
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Só(nho)
Ontem foi totalmente involuntário
Eu simplesmente deitei e sonhei
Já nessa noite, antes de dormir, eu me deitei pensando em você
Torcendo pra que protagonizasses meu sonho novamente
E deu certo...
Pena que acordo.
Eu simplesmente deitei e sonhei
Já nessa noite, antes de dormir, eu me deitei pensando em você
Torcendo pra que protagonizasses meu sonho novamente
E deu certo...
Pena que acordo.
sábado, 31 de agosto de 2013
Saudadômetro
Não se viam com tanta frequência
E sempre que se viam falavam da saudade
Um falava que sentia mais, e o outro retrucava
Até que decidiram construir uma máquina...
Essa máquina media a saudade
E sempre que mediam, o que tinha mais saudade se entristecia
Ao ver que o outro, o mesmo não sentia
O que na ganhava na medida, perdia
E isso não durou por muitos dias
Aquela criação tinha até um intuito bonito,
Mas eles não queriam mais aquela máquina
E assim decidiram quebrá-la
E sempre que se viam falavam da saudade
Um falava que sentia mais, e o outro retrucava
Até que decidiram construir uma máquina...
Essa máquina media a saudade
E sempre que mediam, o que tinha mais saudade se entristecia
Ao ver que o outro, o mesmo não sentia
O que na ganhava na medida, perdia
E isso não durou por muitos dias
Aquela criação tinha até um intuito bonito,
Mas eles não queriam mais aquela máquina
E assim decidiram quebrá-la
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Exaexceção
Nem todo exagero é ruim...
Você, por exemplo,
É exageradamente linda,
O que é muito bom pra minha vista
Você, por exemplo,
É exageradamente linda,
O que é muito bom pra minha vista
quarta-feira, 27 de março de 2013
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Sol(idão) #2
Eu caminhei uma noite inteira acompanhado da melancolia
Eu atravessei várias esquinas
Eu pensei que aquela noite não teria mais fim,
Até que eu te vi...
Eu atravessei várias esquinas
Eu pensei que aquela noite não teria mais fim,
Até que eu te vi...
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Sol(idão)
Tenho saudades do seu sorriso
Eu acredito que ele era divino
Mesmo tendo o visto há mais de meia década,
Eu ainda sinto o seu brilho
Eu acredito que ele era divino
Mesmo tendo o visto há mais de meia década,
Eu ainda sinto o seu brilho
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Esperânsia
Dentre toda as possibilidades, eu encontrei o equilíbrio
Embora haja momentos ruins, noutros sou iludido
Sem saber se fracassei ou conquistei, eu prossigo
Podia ser um resultado súbito, melhor ainda se fosse lúdico, isso
A semente foi lançada, e frutos eu já colhi
Mas a maturidade ainda vai ser testada
Espero, óbvio, ser algo positivo, mas admito...
Eu temo em um dia acreditar no desperdício
Eu me apeguei na fé e no conhecimento
Quanto mais aliados, melhor me sustento
E tenho orgulho de dizer que fiz minha parte
Mas a ânsia por um resultado é enorme. Embate, equilíbrio, empate...
A mim cabe a espera singela, crer pode me custar
Eu queria tanto poder agradecer, comemorar
Vai ver tem que ser assim pra esquecer
Vai ver tem que ser assim pra melhorar
Embora haja momentos ruins, noutros sou iludido
Sem saber se fracassei ou conquistei, eu prossigo
Podia ser um resultado súbito, melhor ainda se fosse lúdico, isso
A semente foi lançada, e frutos eu já colhi
Mas a maturidade ainda vai ser testada
Espero, óbvio, ser algo positivo, mas admito...
Eu temo em um dia acreditar no desperdício
Eu me apeguei na fé e no conhecimento
Quanto mais aliados, melhor me sustento
E tenho orgulho de dizer que fiz minha parte
Mas a ânsia por um resultado é enorme. Embate, equilíbrio, empate...
A mim cabe a espera singela, crer pode me custar
Eu queria tanto poder agradecer, comemorar
Vai ver tem que ser assim pra esquecer
Vai ver tem que ser assim pra melhorar
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Esperânsia | neologismo
Esperança + ânsia
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Soecídio
Ele não suportava mais as modas,
Que sempre vinham pra dizer que a dele era imprópria
Ele não suportava mais a sociedade,
Que se associou com a maldade
Ele não suportava mais aquilo,
De dizerem que por ele gostar de algo era vício
Ele não suportava mais tanta formalidade e hipocrisia
E se odiava pois assim ele agia, obedecendo instintos em prol de prazeria
Ele não suportava mais o mundo,
Que não suportava mais tantas pessoas
Ele não queria mais viver,
Mas era covarde também para morrer
Que sempre vinham pra dizer que a dele era imprópria
Ele não suportava mais a sociedade,
Que se associou com a maldade
Ele não suportava mais aquilo,
De dizerem que por ele gostar de algo era vício
Ele não suportava mais tanta formalidade e hipocrisia
E se odiava pois assim ele agia, obedecendo instintos em prol de prazeria
Ele não suportava mais o mundo,
Que não suportava mais tantas pessoas
Ele não queria mais viver,
Mas era covarde também para morrer
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Soecídio | neologismo
Soe (produzir som) + cídio (sufixo com a noção de morte)
Soecídio | neologismo
Soe (produzir som) + cídio (sufixo com a noção de morte)
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Por crer(rer)
Votou nulo, descreu achando absurdo
Nos debates ficou mudo
Nem céu, nem inferno
Eu morro e me enterro
Em sua imaginação o inferno era menor que o céu
E achou muita impiedade colocar tanta gente naquele lugar
Cria nas horas aflitas, involuntariamente, mas nunca admitia
Criava suas próprias teorias
Seu dedo não quis apontar nenhum D
E mesmo sem saber, ele cria por temer
Julgava como ignorantes aqueles que acreditavam
Mas ele era descrente em conhecer alguma das crenças
E após tempos defendendo aquilo
Creu que ateísmo também é fundamentalismo
Nos debates ficou mudo
Nem céu, nem inferno
Eu morro e me enterro
Em sua imaginação o inferno era menor que o céu
E achou muita impiedade colocar tanta gente naquele lugar
Cria nas horas aflitas, involuntariamente, mas nunca admitia
Criava suas próprias teorias
Seu dedo não quis apontar nenhum D
E mesmo sem saber, ele cria por temer
Julgava como ignorantes aqueles que acreditavam
Mas ele era descrente em conhecer alguma das crenças
E após tempos defendendo aquilo
Creu que ateísmo também é fundamentalismo
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Crer(rer) | neologismo
crer + querer
Crer(rer) | neologismo
crer + querer
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Abstreta
Coisas concretas deveriam ser sempre a melhor opção,
No entanto, é incrível como as pessoas insistem em trocá-las sempre por coisas incertas
Eu culpo a insatisfação, que nos faz querer mais, mesmo sendo algo abstrato, mas certo
E disso ninguém escapa, criança ou velho, tolo ou esperto
No entanto, é incrível como as pessoas insistem em trocá-las sempre por coisas incertas
Eu culpo a insatisfação, que nos faz querer mais, mesmo sendo algo abstrato, mas certo
E disso ninguém escapa, criança ou velho, tolo ou esperto
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Criado por Tyago de Paula e Daniela Duailibe.
Abstreta | neologismo
Abstrata + concreta
Criado por Tyago de Paula e Daniela Duailibe.
Abstreta | neologismo
Abstrata + concreta
sábado, 19 de novembro de 2011
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Dessubestima
Ele se subestimava em relação a garota,
E subestimava seu amigo em relação a qualquer outra
Por fim aquela garota ficou com seu amigo,
E foi vão todo aquele subestimo...
E subestimava seu amigo em relação a qualquer outra
Por fim aquela garota ficou com seu amigo,
E foi vão todo aquele subestimo...
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Satisfação
Adaptação, feito camaleão
Entre casos e descasos, sins e nãos
Entre um e outro pecado, algum perdão
Entro e saio, ileso ou machucado, mas satisfaço o coração
Entre casos e descasos, sins e nãos
Entre um e outro pecado, algum perdão
Entro e saio, ileso ou machucado, mas satisfaço o coração
Escrito ao som de Ida Maria - Quite Nice People.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Antirrecíproca
Eu preguei tanto que não acreditava no amor, que quando amei, o meu amor não acreditou em mim.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Re-partir
Ele percorreu incessantemente,
Querendo chegar a algum lugar
E ao fim do caminho,
Continuou o pesar
Cego por esforços fúteis,
Ele percorreu
E no ponto de chegada ele percebeu
Que aquele caminho não era o seu
Querendo chegar a algum lugar
E ao fim do caminho,
Continuou o pesar
Cego por esforços fúteis,
Ele percorreu
E no ponto de chegada ele percebeu
Que aquele caminho não era o seu
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Amar(ra)
Meu amor é seu,
Seu amor é meu...
E nesse cálculo de nós, nos amarramos
Sendo o resultado um amor, o nosso
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Me diz
Tic tac, continua o impasse
Toc toc, porque ela não abre?
Hahaha, assim ela deve estar
Iii, não é bem assim...
Porque penso que ela ri de mim,
Se outrora ela sorria por mim?
Qual a finalidade, me diz...
Há um fim?
Toc toc, porque ela não abre?
Hahaha, assim ela deve estar
Iii, não é bem assim...
Porque penso que ela ri de mim,
Se outrora ela sorria por mim?
Qual a finalidade, me diz...
Há um fim?
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