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sábado, 30 de março de 2013

Agridoce

Talvez seja difícil encontrar
(Mas só saberei se eu buscar)
Uma companhia como a sua,
Realmente, haja rua...

Superestimo, sinto
Mas é fato, acredito
Uma companhia como a sua
Realmente, ainda nua...

Até mais de uma vez, talvez
(Mas só saberei se eu exercitar a avidez)
Uma companhia como a sua,
Realmente, deve haver alguém que assim atua

Subestimo, pois duvido
Outro fato, contradigo
Uma companhia como a sua...
Realmente, a vida continua

Agora digo, ouso, repito, minto, iludido
Qualquer coisa que me sirva de alívio
Numa hora o seu bem, noutro seu martírio
Realmente, é confuso, admito

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Duas

Ideias embaraçadas, confundindo prazer e trapaça
Querendo que todos saiam, exceto as de saia
Tendo como falsidade qualquer timidez, por mais que goste das pálidas,
Ele sofre por não saber definir seu querer às duas da madrugada

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Sinceramente

Se eu fosse externar as ideias que tenho sobre você, eu teria que censurá-las. Dito isso, sei que despertei sua curiosidade e você irá insistir pra eu contar. E eu vou dizer que menti, pra te confundir e fazer sua curiosidade aumentar... E sendo bem sincero, eu não queria lhe dizer as ideias que tenho sobre você... Eu queria te mostrar.

A par, sem par

Perdura o impasse, embora eu tivesse dito que me decidi
Continuo com o disfarce, pois é fato que me confundi
Ela, a par da situação, continua a sorrir
E com isso faz com que minha confusão pareça ser sem fim

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Contradição

Confusão entre amor e possessão... Eu querer você sempre por perto, é por não querer ficar só ou um sentimento da paixão? E à distância, essa dúvida, ajuda pra ferir meu coração.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Me diz

Tic tac, continua o impasse
Toc toc, porque ela não abre?
Hahaha, assim ela deve estar
Iii, não é bem assim...

Porque penso que ela ri de mim,
Se outrora ela sorria por mim?
Qual a finalidade, me diz...
Há um fim?

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Percepção da confusão

Ela fala muito, sem organizar as palavras
Surgem coisas indevidas, malditas e atrapalhadas
Começa na primeira pessoa, depois em outra
E sabe-se que essa confusão da língua surge quando há confusão no coração

Se ela age assim, ninguém saberá o que é mentira
Talvez nem ela mesma perceba...
Que na sua potencialidade de falar de dor,
Ela realmente padece por conta de amor

Torcida pela boa convivência

O bom entendedor é aquele que convivi com aquilo que lhe é colocado pra entender.
Se ela não o entende, ou vice-versa, talvez seja hora de radicalizar: conviverem juntos ou encerrar a conversa.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Imprevisão do tempo

Duas coisas, ele queria
Uma coisa, ela dizia
Confusão, entre ousadia e teimosia
Era dia, ensolarado e chovia

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Reincidência

Eu escolho você, eu quis dizer
Foram repetidas todas as frases agradáveis
Mas você quis distorcer, esquecendo de torcer
E repetiu o final, fazendo plural, lamentáveis

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Se piorar melhora

Por pior que esteja, pode piorar, dizem
Aonde quer que eu esteja, esse calor estará, insiste
Vou ao inferno diariamente com tanta coisa em mente
E esses conflitos são reincidentes

É um verão muito intenso, imenso
E admito a parte boa dessa época do ano
Mas é muito calor, é muita falta pudor, sem senso
E sei que podem ser enormes os danos

Mas aqui, nesse caso, assim eu prefiro
Peco pelo excesso, não despeço, reincido
Aqui e agora, eu já não desejo ir embora
As preocupações estão à porta, e que elas queimem com a demora

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Estendo a mão e não durmo

Conflitos me cercam, isso é rotineiro
Mas além dos da rotina, há novos e alheios
Sobre esses, me sinto útil o tempo inteiro
Mas sobre os meus, eles se alojam e multiplicam no travesseiro

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Felicidades
Júnior, Wil, Rafael e Pedro

sábado, 9 de janeiro de 2010

Repetida repentina

Confusão entre a mente e o coração
Atrito com o querer e a responsabilidade
Temeridade sobre encarar a tristeza e a solidão
Conflito entre me satisfazer e falar a verdade

Estratégias com a confissão e a omissão
Planos sem finalidades claras
Ousadia ou fútil pretensão
Observação às escuras por noites desejadas

Inflação do ego por conta de conquistas
Murchar do mesmo por falta de paixão
A carência repentina não escolhe noite ou dia
E o ciclo mental cardíaco tem continuação

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Hoje não

Pode ser anseio, pode ser dedicação,
Pode ser dever, pode ser gratidão
Pode ser carência, pode ser paixão,
Pode ser honestidade, pode ser confusão,
Pode ser passageiro, porém hoje não...

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Felicidades
Mari

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Otimista medroso

A cada dia que passa, eu consigo ver melhor o futuro
E no momento eu o vejo precário, covarde e amedrontado
E assim tento tardá-lo
Me iludindo que o presente é o melhor agrado

Se eu fosse pessimista, assim seria,
Pois no futuro, eu precário estaria
E me lembraria do passado, hoje presente,
Com saudade, necessidades, e choraria

sábado, 9 de maio de 2009

Outro, para me esquecer


Não sei se fico confuso
Com a sua descrença para comigo
Ou da sua falta de confiança
Para contigo

Às vezes quero estar com você
E essa vontade pode crescer
Mas você não faz por onde para que ela cresça,
E faz coisas para que eu desapareça

E como se já não bastasse
Eu estar confuso sobre o problema
Estar em mim ou em você
Você me pede ajuda nesse desaparecer

Fazendo com que eu lhe ajude
Forçando na procura de um suposto substituto,
Enquanto noites atrás, você me dizia
Que me amava, de uma forma voraz

Se isso é para fazer
Com que eu enxergue melhor você
Vou acabar não vendo nada
Além de outro ao seu lado

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Felicidades
Neto