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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

No fim da noite

Eu tinha mil diálogos em mente
Eu fiz alguns planos
Eu imaginei várias situações,
Mas você vinha de modo diferente

Eu me vesti adequadamente, crente
Eu até me atrasei, propositadamente
Noutra vez me adiantei, e esperei
E naquele dia triste, você chegou sorridente

Tentando uma brecha, eu falei de tudo
Emiti lembranças e metas, passado e futuro
Mas seu telefone tocava, desviava
E eu era vencido, inusitadamente, era duro

Eu evitei qualquer absurdo
Eu banquei o indiferente, o confidente, o quase indecente
Mas tem coisas que não dá pra pedir,
Porém eu fiz, mesmo assim

Deu certo, pra minha surpresa
Desconhecendo o poder da honestidade
Eu, que havia feito inúmeros possíveis roteiros,
No fim da noite pedi seu beijo...

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

2012 #3

Enfim, essa é mais uma previsão furada
Não poderiam contar infinitamente os Maias
Pior pros que vão ter que crescer,
A meninada...

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Untouchable

If you knew how long time I desire
You would run for me
If you knew how good I can be
And that's just for you, you would be here

If you knew the plans I have for us
You leave me above

If you knew my name,
If I had courage,
If that would a game
If don't would the shame

But I never will be the same
Everything I do will never be enough
You are more than every world,
And I’m just a ghost

domingo, 14 de outubro de 2012

Incompletos

Ele faleceu num dia onde não havia planos de ser um dia diferente
Havia acordado normalmente...
Ele tinha incompletos vinte e cinco
E naquele dia ele havia acordado cantarolando Tempo Perdido

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Estrago

Qual o medo? Saberia defini-lo?
Quais os segredos? Saberia enumerá-los?
Qual o roteiro? Qual o possível estrago?
Em um ou nos dois lados?

Qualquer dos tratos será insensato
Qualquer plano será pior do que o acaso
Mas é instintivo, que venha o estrago...
Eu já tenho sido mal pago pelo pecado

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Olá ou lá

Procurava não agir com segundas intenções,
Fazendo valer sempre o primeiro plano
Talvez fosse rebeldia, pois segundo era abandono
Quem se atreveria a dizer não, nunca mais o via

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Melo Dias

Dó, se sol não houvesse
BEm melhor, si lá ela estivesse
Ele fez uma canção e torceu pra não chover, para seu violão ele levar
Esse era um de sues planos, que iam de A a G, para o coração dela conquistar

quinta-feira, 24 de março de 2011

quarta-feira, 2 de março de 2011

Eu tive mil idéias


Eu tinha o plano de fazer essa publicação no aniversário do blog, que acontece no início do mês de Junho. Eu temia por não conseguir alcançar esse número até a data pretendida. No início do ano fiz os cálculos e conclui que trinta publicações por mês seriam necessárias para tal finalidade.
Até então o recorde de publicações em um mês, aqui no blog, era de 28 postagens. Daí veio o primeiro mês do ano e eu me empolguei (ou me inspirei). Quebrei o recorde mensal, fazendo quarenta e seis publicações em Janeiro, e aquele temor por não conseguir as mil publicações já havia ido embora.
Em Fevereiro, no mês com menos dias do ano, não apenas foi quebrado o recorde novamente, mas ultrapassou cem publicações em um mês... E aquele plano primário, de completar mil publicações no aniversário, foi (felizmente) frustrado.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Acordo, acordo

Levantava todas as manhãs com as incertezas do dia
E ao fim deste, se bom ou ruim, se com ou sem insônia, dormia
Resolveu levantar para os próximos dias com euforia
Pensou que com esse auto acordo, ele melhor dormiria

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Mais de mil

Eu sempre peco pelo excesso ou pela falta. E dessa vez, pelos meus cálculos, eu vou mais uma vez extrapolar. Prefiro assim, pecar pelo primeiro caso. Estar mais do que satisfeito do que insaciado. E falando dos meus cálculos, eu tinha mil planos com o número mil. E esse ano, no quarto*, tanto temporal quanto literal, eu queria escrever exatamente mil coisas. Mas eu tive tantos momentos, bons e ruins, que me renderam muita inspiração. Agora, no quarto ano, os meus mil planos, vão passar de mil publicações.

*Pra melhor compreensão, em 4 de junho
completa-se o 4° ano do blog.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Enfim admito e advirto

E agora que a pessoa que me fazia querer viver está como se estivesse morta?
E agora o que faço com todos aqueles planos que fiz outrora? Não sorrirei com real prazer agora, pois isso eu fazia quando ela estava ao meu lado e sorria pra mim, sorrindo de mim.
Enfim, eu não consigo acreditar no fim. É como se estivesse, eu disse.
Se sim, vai ficar ainda mais ruim? Se sim, pobre de mim, que a quis assim... Com falhas, muitas falhas. Advirto que falo de mim. Ela pra mim é a mais pura graça.

De novo não é diferente

Eu não consigo fixar meus olhos nos dela, enquanto ela olha pra mim. Será que ela diria sim?
Esse meu desjeito é parte, mesmo que involuntariamente, dos meus planos, creio. Eu ajo normalmente, disfarçando o interesse, e excluo a possibilidade de agir amigavelmente, pois esse interesse permanente é prazeroso e ardente.
Mas eu nunca sei quando devo dizer ou expressar o que quero. E agora, em relação a ela, parece diferente, mas não é. Pois nisso, entre eu e ela pra ser mais específico, já somos reincidentes.

E quando e que vou te mostrar isso? Após consumar o que preciso?
Totalmente indeciso eu admito: não sei se consigo!

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Repassado no futuro

Eu tenho planos e sonhos
Esses últimos são constantes
Noite e dia...
Utopias.

Senão ou se sim
Idealizo, desperdiço
Sou assim, sou afim...
Enfim.

É intrínseco de mim
Parece que eu quero temer,
A minha teimosia, minha...
Querida.

Eu teimo em desperdiçar
O fracasso quer me olhar
E me lembrar de como era...
Sonhar.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Planos

Amanhã faço a última prova, destas que temos como letivas. Seja bem-vinda, mas acompanhada de uma nota azul pra ser mais querida.

Semana que vem já terei um diploma, desses que colocamos na parede. Não era bem o que eu queria, mas me fará bem um dia.

Mês que vem tenho entrevista de emprego, desses que tenhamos um mínimo sossego. Espero um melhor ou uma promoção. Que não dure o ano inteiro.

Ano que vem, são outros planos, outros panos com alguém. Vem...

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Tratante

Eu pensava em você, e pensava em coisas demais,
Nos nossos quase encontros, desencontros e encontros
Nesse último caso, acidentais
O fato é que um encontro planejado... Jamais!

Pensei também em nossas conversas e tentativas
Trocas de músicas e despedidas
Cheias de saudades, a gente dizia
E era sincera, pelo menos da parte minha

Lembrei também dos sentimentos que tive
Enquanto conversávamos e tentávamos, educados
E questionado eu não soube dizer se éramos
Amigos, colegas, flertantes ou enamorados

Há mais fatos, pois ainda faço tratos
Ansiando por seu abraço
Cumprindo essa prazerosa promessa
De lhe presentear com poema em seu aniversário

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Felicidades
Mari Bolentini

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

O plano, preocupar

Estou pensando em me mudar, radicalmente
Ir lá pro Oriente
Por em prática todos os planos, materializar a mente
Mas às vezes a gente se engana, e nem sente, que a gente mente pra gente

Eu vivo me enganando, deliberadamente
Tenho milhares de planos, quase uma dezena consistente
Às vezes fraco, às vezes valente, triste ou contente
Planos, realizações, frustrações e sentimentos veementes

Me frustro por não realizar e me contento em planejar
Não nessa ordem, pois primeiro vem o plano, depois o abandono
Coleciono alegrias, decepções, planos e preocupações
E essa última citação da coleção me tira o sono

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O tempo passou e levou

Sabe aquela menina, que eu dia que era minha?
Fez planos, que estragaram os meus
Lembrou de mim, e consequentemente da distancia
E com o passar do tempo, aquilo que eu dizia ser meu, pereceu

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Improvável absoluto

Eu não anotei a inspiração
E eu sei que ela não virá novamente
Pode vir algo parecido,
Mas aquela se perdeu eternamente

Eu não notei a inspiração
E eu sei que ela passará aqui novamente
E quando eu notá-la,
Ela não me notará como antigamente

Eu não dei nota ao flerte
E eu sei que ele queria ser avaliado
Aquela garota sempre espera,
Qualquer que seja um agrado

Eu não fui notório em meu interesse
E eu sei que meu disfarce pode ser descoberto
Enquanto ela não descobre,
Ela também não sabe que eu estou sempre por perto

Eu não fui nítido ao falar
Apenas elogiei e virei
E eu sei que ela gosta de elogios
Está acostumada, porém como os outros eu não fiquei

Eu não fiquei para prolongar a conversa
E eu sei que ela queria mais
Porém, deixá-la com vontade
Rende aquela curiosidade sagaz

Eu não anotei, notei, valorei
Expressei ou especifiquei
Subentendido ficou e ela me procurou
Como eu planejei