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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Yesterday

Parece inconsciente, e talvez até seja. Eu canto ou cantarolo músicas que refletem o momento em que vivo. Dessa vez foi Yesterday, do Paul... E hoje acordei com os problemas à porta, enquanto nossa noite passada também povoava minha memória.

Yesterday all my troubles seemed so far away. Now it looks though they're here to stay...
Oh, i believe in yesterday...

domingo, 13 de abril de 2014

Sobre o céu, a terra, a água e o ar

Um abraço dos pais, um telefonema de uma tia e apertos de mãos dos colegas do colégio foram contabilizados, e nada mais. Em seu aniversário de dezesseis anos não ganhou nenhum presente. Edu não tinha muita perspectiva, e na monotonia passavam seus dias. Seu melhor amigo morava com ele. Enquanto os demais adolescentes do bairro iam para o campo gritar gol, ele empurrava botões com o pai de seu pai. Seu avô não tinha muito diálogo com seu próprio filho, e Edu também não.

Apesar de ter poucos amigos, ainda lhe restava os colegas do colégio, e estes, mesmo não crendo que Eduardo aceitaria, o convidaram pra festinha... E ele foi. Obviamente tudo estranho, até mesmo a garota que lhe falou. Ele basicamente resmungava, e ela, erroneamente, interpretava como tentativa de impressionar. Ela tratou de pegar o número do garoto. Nunca se sabe... - pensou. 
Ele havia bebido poucos goles de uma bebida que nem conhecia e se embriagou. Nisso, lembrou que havia marcado e furado algo com seu avô, e com o horário avançado, se preocupou. Vazou...

Ela não conseguiu esquecer o garoto... Ligou. Se encontraram uma, duas... Várias vezes. Edu , perdido, se encontrou nela. Edu, que pra vida não tinha motivo, além dela, conseguiu filhos. 
De tão improvável, tal relacionamento virou canção. E nela o poeta questiona: Quem um dia irá dizer que razão nas coisas feitas pelo coração? E quem um dia irá dizer que não existe razão?
Mônica, que nunca havia se perguntado se destino ou acaso, sorriu e chorou ao ouvir.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

sábado, 30 de março de 2013

Na beira do precipício

Estou muito bem, obrigado
Não há nada aqui para testemunhar
Eu disse enquanto olhava pra trás, estando na beira do precipício
O velho olhando pra baixo da borda com um sorriso, como se tivesse carregando uma benção

Eu cai na saliência do penhasco
Só me deixe em paz, isso não é da sua conta
Eu vou, disse o velho, mas só uma coisa
E o que ele disse foi tão adorável que me surpreendeu

Ele disse: Eu estive lá, uma vez, na borda da rocha
Eu estava pronto pra pular, eu já estava perdido,
Mas um senhor parou e disse algo que eu nunca esqueci

Por bilhões de anos, desde o início do tempo
Cada um dos seus antepassados sobreviveu
Cada um do lado do seu pai e da sua mãe
Com sucesso cuidou e passou até a chegar a sua vida
Quais as chances disso, desse modo?
Ele vem a mim de vez em quando
E em todos os lugares eu digo ao povo e torna melhor o sorriso

E então o velho saiu fora da minha vista
Até o som da sua caminhada virar silêncio
Eu só travei em uma surpresa profunda e embaixo do meu orgulho eu encontrei um sorriso pros meus olhos

Eu por vários outros dias eu passei pelo mesmo precipício e em várias ocasiões eu tinha a chance de fazer a mesma coisa

Deitado no musgo, da mesma forma que eu estava, outro homem olhava, como se precisasse de uma mudança de sorte

Então eu disse: Eu estive lá, uma vez, na borda da rocha
Eu estava pronto pra pular, eu já estava perdido,
Mas um senhor parou e disse algo que eu nunca esqueci


Por bilhões de anos, desde o início do tempo
Cada um dos seus antepassados sobreviveu
Cada um do lado do seu pai e da sua mãe
Com sucesso cuidou e passou até a sua vida
Quais as chances disso, desse modo?
Ele vem a mim de vez em quando
E em todos os lugares eu digo ao povo e torna-se melhor o sorriso


sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Dó

Bastou um acorde
Pra eu me lembrar da sorte
Dos dias em que fui mais feliz
Eu sorri ao me lembrar de ti

Eu tentei segurar,
Mas eu não a tinha mais em mãos
E quando veio o refrão
Foi mais forte a emoção

É forte aquele acorde
Faz-me lembrar da morte
E do quanto eu sofri
Eu chorei e choro o fim

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Refrão

Quando ouço aquela canção específica eu me arrepio
Pode ser que eu esteja realmente sentindo...
Quem disse que saudade não pode ser algo concreto?
E quando chega o refrão eu choro, não nego

Apesar do choro, é bom isso que sinto
É como se estivesses aqui, ainda comigo
É como se me você tocasse, abraçasse, falasse
Por isso essa música eu vivo repetindo

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"(...) Love me tender
Love me true
All my dreams fulfilled
For my darlin' i love you,
And i always will..."

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Nota

Estava tudo meio chato
Até Deus estava entediado
Mandou alguns homens pra que estes criassem algo
Aquilo que similarmente já faziam os pássaros...

Pela música, obrigado!

sábado, 28 de abril de 2012

Show

Violins é bom por inteiro,
Quatro quartos: Beto, Pedro, Fred e Thiago
É letra e som
É... É bom!

sábado, 18 de fevereiro de 2012

26 Letras, Canções e Garotas / 26 Letters, Songs and Girls

Ana Júlia - Los Hermanos
Bárbara - Los Hermanos
Carol - Beatles
Dora – Cássia Eller
Elisa - Bee Gees
Fátima – Capital Inicial
Grace - U2
Harmony - Elton John
Irene – Elis Regina
Josie - Blink-182
Kathleen - David Gray
Layla – Eric Clapton
Michelle - Beatles
Natasha – Capital Inicial
Octavia - Bruce Dickinson
Peggy Sue - Blink-182
Queenie, Little - Beatles
Rosanna – Toto
Sheila - Beatles
Teresa, St. - Joan Osborne
Ursula - Barclay James Harvest
Valerie - Amy Winehouse
Waggy - Blink-182
Xuxa Xuxu - Xuxa
Yasmim - Black Style
Zoraide – Ultraje a Rigor

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Melo Dias

Dó, se sol não houvesse
BEm melhor, si lá ela estivesse
Ele fez uma canção e torceu pra não chover, para seu violão ele levar
Esse era um de sues planos, que iam de A a G, para o coração dela conquistar

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Guitarra nas alturas

Música como religião
Estúdio é igreja,
Ensaio reunião
E show é o céu...
Aleluia irmão

22 de Novembro, dia do músico.

Veja também
Musicaligião

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Anafônica

Ela tocava, cantava e cantarolava
Falar era exceção,
E quando falava, dizia ter cordas no lugar das veias,
E um tambor no lugar do coração

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

The same words

Overcrowding population
Worldwide is happening
And they blame anything to hide the truth
They only think about return

They say this and that
Almost every time we judge the words like a bad thing
They are the chiefs of the world
And they always will say something

If you play, they complain
They complain night and day

These words are the same for us and for them
The both sides say the other part can't
Population and goverment
Who lies and who consents?

Letra de música.

sábado, 1 de outubro de 2011

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

A tapa

Brasil, mostra a tua cara quero ver quem paga rouba pra gente ficar assim...

Trecho adaptado da música Brasil, de Cazuza.