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sábado, 18 de julho de 2015

Ré vira volta

Não sei se por bem ou por mal,
Eu voltei, eu vim
E queria te dizer...
Eu voltei a escrever

Mas não é só isso
Eu tenho que falar
Não sei se bom ou mau,
Eu voltei a me inspirar

terça-feira, 24 de abril de 2012

Resumo

Seus riscos, mesmo despretensiosos, deixam marcas
Suas histórias deixam incalculáveis páginas...
É um magro cheio de apetite
Um lápis contém mais que uma barra de grafite

Inspirado nessa imagem.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Embole

Tinha tinta na caneta,
Tinha grafite no lápis,
Tinha papel, tempo e desprazer
E não consegui escrever nada além disso pra você

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Mais do mesmo

Quanto mais palavras vão, mais palavras são em vão.

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Criado por Gabriele Moura e Tyago de Paula.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Eu LTDA

Na inércia em relação ao objetivos queridos
Eu me afundo fazendo de graça o que eu queria que fosse o meu serviço
Eu sei o que quero, e sei o que não quero
Eu não sou mais indeciso, sou desonesto

sábado, 31 de dezembro de 2011

Créditos

Continue chorando
Quando essa música acabar, possivelmente haverão outras duas
Associe qualquer cena, e faça desse choro o mais pessoal possível
E se possível, pense nas coisas que você tem saudade

Não fique com vergonha e não limite sua vontade
Chore além da última letra
Se você se inspirar, escreva
Se você soluçar, beba
Mas chore, não se esqueça...

sábado, 5 de novembro de 2011

Silêncio eloquente

Eu me expresso melhor calado, explico...
Enquanto falo, pode até parecer complicado,
Mas parece tão fácil quando está escrito
Assim, no silêncio, faço riscos, e havendo algum erro, apago e repito

sábado, 15 de outubro de 2011

Festa literária

O escritor quis dar uma festa de gratidão...
Para o local, obviamente escolheu um papel
Como atração haviam as linhas, e foram em boa quantia...
Ele convidou o Antônimo, o Sinônimo, a Ambiguidade e a Rima

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Repetido

Eu digo, repito e até contradigo
Eu escrevo, risco, acerto, erro, insisto...
E nessa metamorfose literária eu vivo
Se verdade ou mentira, só me preocupo se me inspiro

domingo, 4 de setembro de 2011

Poesia dela

Ela disse que lembrou de mim ao rascunhar algumas poesias
Mas ela não especificou o que veio primeiro, a lembrança ou a escrita
Apesar da ambiguidade, eu fiquei lisonjeado
Mas isso já era esperado, por alguém que está apaixonado

sábado, 2 de julho de 2011

Palavras não ditas

É pra essas linhas que eu recorro quando me faltam palavras,
E após percorrer aqui por alguns instantes, as vejo sobrarem.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Prazer nisso

Eu, no meu mundo de caneta e papel, vivo sozinho
Eu falo, teorizo, retruco, crio e opino
No meu mundo, não há fins lucrativos, eu sei disso
Mas por mais que eu faça pra mim, não há desperdício
Eu faço, e se gosto com prazer publico
Repito, sem fins lucrativos
Apenas com prazer, insisto

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Incentivo feminino

Algo mais escrito sob o mesmo som
Palavras incentivadas de sentimentos e falta de sentido
Algo mais escrito sob o mesmo teto
Escrever pode ser meu prazer infinito

Para a inspiração, na entrada há escrito: bem-vindo
Algo com indefinição ou inumeráveis significativos
Palavra que mesmo dividida ainda é querida
Para a inspiração e para ela, melhor no feminino: bem-vinda

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Autoanálise literária

Eu apenas quero escrever
Seja pra ler, reler, ou pra alguém ler
Hoje eu sou refém do sentimento pessimista
Eis aqui o papel, meu analista

sábado, 29 de agosto de 2009

Fonte

Apaixonado por ti
Eu sonho e acordo cheio de inspiração
Ao te tocar, a primeira coisa que faço ao ires embora
É escrever e escrever, no embalo do coração

Quando eu vejo você,
Eu tenho vontade de anotar todos os meus pensamentos
Por serem tão ousados
E serem tão intensos

Eu lhe assustaria,
Se eu revelasse todos os textos que eu já fiz,
Pois você perceberia que quase todos
Foram inspirados em ti

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Felicidades
Ricardo

terça-feira, 12 de maio de 2009

Diário

Anotei, correu o tempo
Anotado, com o tempo correndo
Do mesmo modo, com anos nas costas
Ontem criança, pessoa idosa

Nós vemos como éramos tempos atrás
E veremos como somos hoje
Muito dos meus erros
São vistos como percepção de mudança

Isso é muito bacana
Não o fato de não ser criança,
Mas podermos ver o que se deve ou não fazer
Sendo um adulto com caminhos pra percorrer

Caminhos que foram criados
Por nós no passado
E podendo vê-los
Fica mais fácil escolher

Tudo faz parte de evolução
Do homem, da mente, do coração
Anotado, com cuidado guardado
Pra depois reler


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Felicidades
Olívia

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Tranquilo


Hoje o dia foi estranho pra mim
Eu vi coisas que vejo todo dia,
Mas as vi de modo diferente
Coisa de pessoa carente

Hoje choveu,
E por conta disso fiquei molhado,
Em momento algum zangado,
E continuando a andar

Hoje eu saí com dois rumos
Sem a ninguém a mão eu dar
Voltei com o dia já escuro
Sem pensar em descansar

Fiquei pensativo o dia inteiro
Querendo ver especificas pessoas
Falar especificas coisas
Sem pressa pra acabar

Eu quis inspiração
Não busquei em lugar nenhum
Relato apenas o dia
O que me faz bem, porém há um porém

Hoje eu não fiz nada proveitoso
Passei o dia ocioso
Mas por me fazer bem
Não quer dizer que sou preguiçoso

É que desse meu desaproveito
Eu criei esse enredo
Andei e não caí
Pensei e a boca eu não abri. Escrevi

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Meninas e rimas


Eu era pequeno
Quando pela primeira vez
Peguei papel e caneta e fui escrever
Sem que pai, mãe ou professores me mandassem o fazer

Eu fui crescendo
E as linhas comigo
Elas fizeram um novo amigo
E eu delas abrigo

Vinham as paixões
Namoradas e canções
Batiam inspirações
E eu ia me abrigar

Até que percebi
Que com algumas rimas
Criatividade e uma menina
Eu podia fazer poesias