O gosto de uma lembrança pode ser tão bom
Que pra ser superado, só a presença
Eu e você, na mesma hora,
No mesmo lugar... Não há como pagar!
Seus detalhes,
Que por não vê-los em outra,
Se tornam enormes
E aquela lembrança, embora sendo boa, prejudica nessas horas
Fico vendo-te em outras mulheres
Comparo, sem querer, seus quereres
Enfrento as coisas como se estivesse contigo
E faz tanto tempo que nos vimos
Eu rio e choro disso
Em casos desgraça, noutros abrigo
Vejamos onde pára tudo isso
Que teima em morar no meu juízo
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sexta-feira, 20 de março de 2009
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Respeite
Alguns respeitam o inimigoÉ sempre bom respeitar o amigo
Respeitam até o bandido
Entendê-lo você pode até não o fazer
Respeitem o alheio,
Para respeitarem o seu
Só os tolos não respeitam religiões
Até o ateu respeita Deus
Quando pequenos, respeito os pais ensinam
Nós aprendemos, mesmo sem querer
Crescemos e sabemos que a melhor coisa para se respeitar
É um homem sem nada a perder
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Meninas e rimas

Eu era pequeno
Quando pela primeira vez
Peguei papel e caneta e fui escrever
Sem que pai, mãe ou professores me mandassem o fazer
Eu fui crescendo
E as linhas comigo
Elas fizeram um novo amigo
E eu delas abrigo
Vinham as paixões
Namoradas e canções
Batiam inspirações
E eu ia me abrigar
Até que percebi
Que com algumas rimas
Criatividade e uma menina
Eu podia fazer poesias
Quando pela primeira vez
Peguei papel e caneta e fui escrever
Sem que pai, mãe ou professores me mandassem o fazer
Eu fui crescendo
E as linhas comigo
Elas fizeram um novo amigo
E eu delas abrigo
Vinham as paixões
Namoradas e canções
Batiam inspirações
E eu ia me abrigar
Até que percebi
Que com algumas rimas
Criatividade e uma menina
Eu podia fazer poesias
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Amarelo
Vejo o chão marromO pasto cinzento
E nossas roupas sujas
Vejo os animais em cores pálidas
Meu cabelo áspero
E meu pai dizendo coisas absurdas
Vejo no espelho
O menino com lágrimas e suspiros
A luz fraca, a noite escura
Na manhã vi meu irmão
De longe
Que retornava ao sertão
Com um sorriso amarelo
Sem sorte na grande cidade
Voltou
Mesmo aqui no sofrimento
Ele sabe onde mora seu alento
Aumentaremos o sustento
Fico mais feliz
Com meu irmão aqui
Pela menos vejo alguma cor legal
Seu sorriso amarelo
Vira espelho para o meu
Ainda pequeno
Eu, que já vejo tantas coisas escuras
Inspirado no filme Abril Despedaçado
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