Eu vou tentar parar
Aliás, eu vou conseguir
Eu sempre digo isso, assim
E faço com convicção
Em vão...
Sempre tenho a mesma queda
A força, o querer, e o que mais que resta...
Não interessa
O lamento também é repetido,
Após a entrega
Mas dessa vez vai ser diferente
Eu vou conseguir,
Eu sou persistente
Da minha força e fé,
Crente
Passam as horas
E o domínio é completo
Eu estava muito inquieto
Não que eu seja, com minhas metas, desonesto
Sério
Eu vou tentar parar
Aliás, eu vou conseguir
Eu sempre digo isso, assim
É sempre repetido, parece desperdício
Vício
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quinta-feira, 2 de junho de 2016
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Detalhadamente
Eu precisava,
Admito, fui omisso
Eu sofro agora,
Mas eu realmente precisava disso
Hoje dou valor a cada um dos seus pijamas,
Dou valor à música da Elba Ramalho
Dou valor àquelas embalagens de chocolate
E dou valor até às moedas pra ajudar pra viagem
E dou valor até às moedas pra ajudar pra viagem
Até seu nome, comum, me machuca
E em cada esquina tem uma
Tem dois modos de escrever,
Mas a abreviação só me faz sofrer
Mas eu precisava disso
Realmente houve, da minha parte, desperdício
Mas o fato é que eu te quero, de novo, de perto...
É isso!
sábado, 29 de junho de 2013
Sentido
Não que eu não esteja arrependido
Mas parece que às vezes um vendaval é preciso
Pra, ao nosso sentimento,
Dar sentido
Te ver bem, sorrindo
É o que necessito
E saber que isso é por meu motivo
Não há alegria maior, acredito
Não que eu não esteja arrependido
De você, eu preciso
Me dá sentido
Sem ti, dó (...)
Se me veres sorrir, é algo refletido
É o que necessito,
Repito,
Me dá sentido
sábado, 23 de junho de 2012
Lares
Lá foi ela, tentar se encaixar noutro lugar
Com uma mala malemá, sabendo que potencialmente iria voltar
Foi ver não sabe o quê,
Com medo de ficar e se arrepender
Pregava ser aquela uma oportunidade,
Mas já se passaram outras tantas com tanta idade
Ela não aguentava mais questionarem sua sinceridade,
Mesmo que fosse fundado em verdade
Foi pra fuga, saiu de casa,
Onde tinha comida e roupa lavada,
Deixando costumes de uma vida
Pelo desconhecido que viria, chamando-a de filha
Era a filha mais velha, mas veja...
Ninguém dizia sobre ela proezas
Passional, a menina velha, oscilava subitamente entre alegria e tristeza
Talvez ninguém a compreendia, talvez fosse uma peleja
Aquilo já foi um lar, hoje são lares
Cada um no seu lugar, disparidades
E onde mais pesa são nos frutos dessa árvore
Genealógica, alógica
Melhor mesmo ir lá, tentar
Vai que vinga, vai que dá
Restou à mãe o orgulho de negar a falta
E ao pai o lucrou de uma pensão a menos
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Veja também: Tonta
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Cura
Em todas as vezes que eu quis você negou
Quando você quiser, inevitável e involuntariamente eu não irei querer
E sei que de qualquer forma, cedendo ou negando, eu vou me arrepender,
Mas eu decidi ficar sozinho...
Pra curar meu orgulho que já está bastante ferido
Quando você quiser, inevitável e involuntariamente eu não irei querer
E sei que de qualquer forma, cedendo ou negando, eu vou me arrepender,
Mas eu decidi ficar sozinho...
Pra curar meu orgulho que já está bastante ferido
sábado, 13 de agosto de 2011
Sermão
Ele sentou e repetiu aquelas palavras
Mas embora repetidas, enquanto ele falava o tempo passava...
Embora um reinício seja um desperdício, não é nenhum absurdo
Um início só precisa de um segundo
Mas embora repetidas, enquanto ele falava o tempo passava...
Embora um reinício seja um desperdício, não é nenhum absurdo
Um início só precisa de um segundo
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Ocasião
Afim de que sua previsão estivesse errada, ele foi ao encontro, esperar por ela
E a vendo a distância, quase não conseguiu conter seu tormento
Embora ir embora fosse uma possibilidade,
A terceira e solitária parte do terço de porcentagem queria alento
Caso se confirmasse o esperado, ele sabia que nenhum argumento valeria
E lá, a espera dela, estava estático, feito como feito de cimento
Ele esperava o predicado, como um sujeito alado, pronto pra fugir com o vento
Ciente, impaciente, torcendo pra não ter causado nela nenhum ferimento
Ela chega sorridente, e percebe o ar estranho e questionando-o, ele mente
Em mente, ele esvai todo aquele medo que não cabia mais, mas tinha cabimento
Ele comemorava contido pelo alívio, pois era muito ruim o sentimento
E infelizmente todo aquele arrependimento foi embora junto com o outro momento
E a vendo a distância, quase não conseguiu conter seu tormento
Embora ir embora fosse uma possibilidade,
A terceira e solitária parte do terço de porcentagem queria alento
Caso se confirmasse o esperado, ele sabia que nenhum argumento valeria
E lá, a espera dela, estava estático, feito como feito de cimento
Ele esperava o predicado, como um sujeito alado, pronto pra fugir com o vento
Ciente, impaciente, torcendo pra não ter causado nela nenhum ferimento
Ela chega sorridente, e percebe o ar estranho e questionando-o, ele mente
Em mente, ele esvai todo aquele medo que não cabia mais, mas tinha cabimento
Ele comemorava contido pelo alívio, pois era muito ruim o sentimento
E infelizmente todo aquele arrependimento foi embora junto com o outro momento
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Indigestão
Eram os últimos segundos, do último minuto, da última hora, do seu último dia... E naquele instante, determinadas lembranças, fizeram dele arrependido. Mas já era tarde, pois ele estava sozinho e convicto, e era eficaz para matar, o veneno que ele havia bebido.
sábado, 24 de abril de 2010
Perdoado
Não se deve medir proporção de culpa ou de arrependimento quando os riscos são feitos em prol do bem.
terça-feira, 20 de abril de 2010
Desacompanhados
Eu já falei que ela é o amor
Eu já citei Deus em prol de sua companhia
Já pedi absurdos querendo estar com ela
E é inevitável a tristeza por saber que ela está sozinha
Eu já citei Deus em prol de sua companhia
Já pedi absurdos querendo estar com ela
E é inevitável a tristeza por saber que ela está sozinha
domingo, 18 de abril de 2010
Arrependido
Distante dali, saudade ao lado
Pra se redimir, propõe o impossível
Estar ali, vontade ao quadrado
Pra conseguir, faz tudo admissível
Pra se redimir, propõe o impossível
Estar ali, vontade ao quadrado
Pra conseguir, faz tudo admissível
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Ela cedeu
Veio a noite, e eles foram juntos embora
Saíram desordenadamente e se esbarraram na porta
Desculparam cabisbaixos
Entraram no carro
Continuou a noite e eles sorriram pra todos
Menos um para o outro
Parecia um casal normal,
Exposto na vitrine social
Voltaram da noite e eles foram separadamente pra cama
Sendo a mesma cama, ela foi primeiro
Ela deitou pensou e repensou sua vida por inteiro
E mais uma vez se arrependeu por ceder a mente apenas para o travesseiro
Saíram desordenadamente e se esbarraram na porta
Desculparam cabisbaixos
Entraram no carro
Continuou a noite e eles sorriram pra todos
Menos um para o outro
Parecia um casal normal,
Exposto na vitrine social
Voltaram da noite e eles foram separadamente pra cama
Sendo a mesma cama, ela foi primeiro
Ela deitou pensou e repensou sua vida por inteiro
E mais uma vez se arrependeu por ceder a mente apenas para o travesseiro
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Diga não a infelicidade.
Diga não a infelicidade.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Acordado, mas o pesadelo não cessa
Te procurei e não encontrei
Fiquei perdido, sabendo onde eu estava
Fiz das lembranças um refúgio
Enquanto do delírio eu não acordava
Como ninguém consegue controlar sonhos ou pesadelos
Não seria esse o meu desejo
E não faria diferença alguma acordar
Acordado ou dormindo, você não estava comigo
Mas, lembro-me, que mesmo no sonho
Eu não cansei de procurar
E mesmo você deixando subentendido que estava querendo
O acaso fazia a gente se desencontrar
Uma luta incesante, mesmo querendo parar
Porém, só pararia quando encontrar
Encontrar ao menos um álibi pra culpa de não ter conseguido
Pois te encontrar é tudo que eu preciso
Acordado, mas o pesadelo não cessa
Nunca houve inércia ou desperdício
Falhei em na hora certa não ter dito
E hoje, com você ausente, eu colho arrependimentos e faço sacrifícios
Fiquei perdido, sabendo onde eu estava
Fiz das lembranças um refúgio
Enquanto do delírio eu não acordava
Como ninguém consegue controlar sonhos ou pesadelos
Não seria esse o meu desejo
E não faria diferença alguma acordar
Acordado ou dormindo, você não estava comigo
Mas, lembro-me, que mesmo no sonho
Eu não cansei de procurar
E mesmo você deixando subentendido que estava querendo
O acaso fazia a gente se desencontrar
Uma luta incesante, mesmo querendo parar
Porém, só pararia quando encontrar
Encontrar ao menos um álibi pra culpa de não ter conseguido
Pois te encontrar é tudo que eu preciso
Acordado, mas o pesadelo não cessa
Nunca houve inércia ou desperdício
Falhei em na hora certa não ter dito
E hoje, com você ausente, eu colho arrependimentos e faço sacrifícios
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Premeditado
Eu, que nunca fui santo,
Pequei em premeditar um pecado
Eu, que quis,
E fiquei calado
Com isso
Aumentava a vontade
Pois é inexplicável o fato
De querer quando não se tem
Não se sabe
Como isso foi inventado
Mas pra cuidar disso
Tem alguém
E por fim eu pequei
Como Judas, apenas antecipando a ida ao inferno
Pois mesmo com o primeiro pecado, aquele premeditado
Eu não busquei perdão
E lá em baixo,
Quando acho que a luz apagou
Percebo que não é uma soma de pecados
Que me faz perecer
Vejo que uma soma de arrependimentos
Me faz vencer
Não é da natureza humana pecar
É a nossa avidez de curiosidade que não nos deixa parar
Pequei em premeditar um pecado
Eu, que quis,
E fiquei calado
Com isso
Aumentava a vontade
Pois é inexplicável o fato
De querer quando não se tem
Não se sabe
Como isso foi inventado
Mas pra cuidar disso
Tem alguém
E por fim eu pequei
Como Judas, apenas antecipando a ida ao inferno
Pois mesmo com o primeiro pecado, aquele premeditado
Eu não busquei perdão
E lá em baixo,
Quando acho que a luz apagou
Percebo que não é uma soma de pecados
Que me faz perecer
Vejo que uma soma de arrependimentos
Me faz vencer
Não é da natureza humana pecar
É a nossa avidez de curiosidade que não nos deixa parar
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