Ela me chama e se esconde
Ela em chamas, se apaga
Eu a procuro, mas não acho
Eu a procuro mais, claro
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sábado, 20 de julho de 2013
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Indefinição
Quando lhe convinha amar, ele fazia
Nem sempre quando queria, mas quando podia
Atrás da indefinição de amor ele se escondia
Vez ou outra dizia, mas embora nem ele mesmo soubesse, ele sentia
Nem sempre quando queria, mas quando podia
Atrás da indefinição de amor ele se escondia
Vez ou outra dizia, mas embora nem ele mesmo soubesse, ele sentia
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Publicamente omisso
Na tentativa de não ser visto
Fugiu da obviedade, saindo de casa e não foi ao serviço
Disfarçou-se e foi às ruas, pra rotina de centenas desapercebidos
Ele fazia da praça seu esconderijo
Na correria do dia, o procurado desaparecia
Não é que de modo literal ele fugia,
Mas entre as pessoas, preocupadas e perdidas
Mais um ali, ninguém perceberia
Fugiu da obviedade, saindo de casa e não foi ao serviço
Disfarçou-se e foi às ruas, pra rotina de centenas desapercebidos
Ele fazia da praça seu esconderijo
Na correria do dia, o procurado desaparecia
Não é que de modo literal ele fugia,
Mas entre as pessoas, preocupadas e perdidas
Mais um ali, ninguém perceberia
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Singular
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Foi tamanha a intimidade
Que de confissões não havia necessidade
Conhecemo-nos tão bem
Que será impossível confundirmo-nos com outro alguém
Não havia segredos
Não precisavam ser ditos os desejos
Entre os lugares que andamos
Se passarmos por algum, lembramos
Vivíamos na confiança
Até um dia desconfiar
E até na desconfiança
Conhecíamo-nos por um olhar
Essa singularidade inerente
Que a você e a mim foi dada
Jamais será tirada
Independentemente de épocas vindas ou passadas
E não adianta nos escondermos
Pois até onde nos escondemos
Caso queiramos nos esconder de alguém ou um do outro
Esses esconderijos nós saberíamos e saberemos
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Felicidades
Caio
Washington
Que de confissões não havia necessidade
Conhecemo-nos tão bem
Que será impossível confundirmo-nos com outro alguém
Não havia segredos
Não precisavam ser ditos os desejos
Entre os lugares que andamos
Se passarmos por algum, lembramos
Vivíamos na confiança
Até um dia desconfiar
E até na desconfiança
Conhecíamo-nos por um olhar
Essa singularidade inerente
Que a você e a mim foi dada
Jamais será tirada
Independentemente de épocas vindas ou passadas
E não adianta nos escondermos
Pois até onde nos escondemos
Caso queiramos nos esconder de alguém ou um do outro
Esses esconderijos nós saberíamos e saberemos
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Felicidades
Caio
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