Foram poucas as horas tendo você por perto,
Mas muitos os detalhes seus que gravei, sou certo
Agora, reconheço-te a muitos metros
Ao olhar, vou citar, seu olhar, tratei logo de fitar
Sabendo que potencialmente iria me apaixonar
E continuando a citação, lembro-me com perfeição do seu pescoço
Exalando charme, sem disfarce, tendo os cabelos, quase pretos, como cúmplices,
Você os balançava sem piedade...
Seria até anormal se não me apaixonasse
Eu pensava: qual a maldade?
Não era ingenuidade,era querer
Seu quadril, nada sutil, fez com que eu não preferisse ângulo pra te ver, te querer, te ter...
E alimentando, mesmo em sua presença, a vontade, e à vontade,
Eu fazia da visão um filme, gravando na mente, sabendo que o assistiria posteriormente com prazeria
E sem falar das pernas... Que pernas!
Ignoro a frase passada, pois agora o filme se repete
Falo das pernas, pois benditas são as roupas que te vestem
Eu também me apegaria!
Seu nariz, desenhado,
Sua boca, que me chama sem haver um chamado...
Admito, fui fraco. Fui tentado, foi filmado
Foi num sábado, por acaso
E sobre seus braços,
Eu pensava previamente na despedida ansiando seu abraço
E assim, ao você partir, eu passei assistir o filme que fiz pra lembrar detalhadamente de ti,
Apaixonado assim, torcendo pra que haja continuação desse filme,
Que sua resposta seja sim...
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