quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Quarta à noite

O pessimismo é o filho mais velho do futuro
Esse, que nem foi concebido é já gera frutos
Sem certezas até pelo presente,
Não sabemos se no natal seremos sorridentes

E ainda estamos falando sobre a gente,
Imagine agora as crianças carentes,
Imagine também os pobres doentes,
E se possível for, imagine-os contentes...

A fome ainda continua no zero,
E se os políticos fossem sinceros,
O placar a favor deles estaria farto
Qualquer repetição é permitida, eu não exagero

A oposição só parece querer cargo
Querem mais poder além de seus salários superfaturados
Inundam a Casa de leis, que quantas nem sei
E driblam o importante com uma discussão entre um hétero e um gay

Parlamentares e suas imunidades
Aonde está a igualdade?
Qualquer um pode ser eleito?
Isso é mentira, verdade com defeito

Gente, gente... É muita gente
É muito voto, é um poder do povo muito remoto
E sim, é repetitivo, reafirmo, desde o início tenho o pessimismo
Pois aqui meu amigo, fica tudo bem quando a TV eu ligo