Abriu-se a porta em hora imprópria,
Entrou, fez desordem, incomodou e se acomodou
E agora, mesmo com a pressa de ir embora,
Tornou-se algo que marcou
Acendeu a luz e descobriu
Fingiu desconhecer, sorriu e consentiu
E agora, no escuro
Tornou-se algo que feriu
Chegou de surpresa, sem convite e aconchegou-se
Sentiu-se bem e teve prazer...
E agora, quando veio à tona o que nos limitava
Foi embora, porta a fora, e eu, sem luz... Não esperava!
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