No dia seguinte eu peco, reincido
Na noite, sozinho, não finjo
No dia seguinte atuo, vezes mal, vezes bonzinho
Na noite, sozinho, eu me martirizo
No dia seguinte, sou héroi, mas omissivo
Na noite, sozinho, meu ego é vencido
No dia seguinte, ele rescussita e é crescido
Na noite, em solidão, eu me sinto mais vivo,
Ficam mais claras minhas frustrações e meus objetivos
Na noite, triste e com insônia, eu calculo meus risco e admito...
Mas vem o dia seguinte, e eu ser humano, me torno maldito
Sou bem melhor sozinho...
Só assim eu não firo, só assim não há perigo
E não é a mim que eu refiro...
E agora é noite... Que alívio!
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Dia nacional da Poesia.
Dia nacional da Poesia.
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