
Ela sempre fica
Mesmo quando vai
As outras pacificam
Quando ela não quer mais
Se triste estou,
Quase sempre a culpa é dela
Mas não é só ela
Quem me alegra
Eu apronto
Ela me despeja
Procuro as outras
E tudo vira festa
Com ela
O explícito é tranqüilo
Com elas,
O mesmo é perigo
Dela eu faço casa
Delas eu faço abrigo
Sempre pedindo perdão
Pelos prévios castigos
Antecedendo o indeciso
Vou indo...

Não sei se é lucro,
Mas pode dar prejuízo
Eu, ela e as ciganas
Dos três, só eu que corro o risco